domingo, 1 de maio de 2011

Oh, My Goth (oh, meu gótico)


Autora: Gena Showalter
Sinopse: Uma garota gótica ferozmente individualista descobre, ao acordar, que o mundo todo virou Gótico e que ela é, na verdade, – vômito – popular.

Jade Leigh é uma não-conformista que valoriza a individualidade acima de todo o resto. Ela tem um pequeno grupos de amigos góticos que usam preto, se interessam em artes negras, e florescem fora da regra. Eles são considerados os “esquisitos” da sua escola. Mas quando as palavras espertinhas de Jade a colocam em apuros – novamente – seu diretor decide lhe ensinar uma lição que ela nunca esquecerá.
Levada para um lugar remoto aonde ela é presa e sedada, Jade acorda em um universo paralelo aonde ela manda na escola. Mas seus melhores amigos não falam com ela, e as pessoas que ela costumava odiar são todas góticas. Somente Clarik, o misterioso cara novo da cidade, não segue a panelinha. E somente Mercedes, o clone de Barbie que Jade odeia, acredita que Jade está presa em um jogo de realidade virtual – porque ela está presa também, agora vivendo a vida de uma “esquisita”. Juntas, elas percebem que podem nunca voltar para a realidade... e que mesmo que elas voltem, as coisas podem nunca mais serem as mesmas.

Verdicto: Pense no melhor livro de romance e de góticos que você leu. Pesou? Agora apaga, por que Oh, My Goth é o melhor livro deste gênero.

            A sinopse conta tudo.
            Jade é gótica e tem sérios problemas na escola. Depois de uma briga com seu professor, Jade, como punição, é levada a um “acampamento” com sua arqui-rival, Mercede.
            Elas vão para uma realidade alternativa onde todos são góticos e os clones Barbies são as aberrações. Seu amigos a odeiam e ela agora é popular. Também a um garoto (há sempre um garoto) que age indiferente sobre esse mundo, Clarik. Ele não é um clone Barbie e nem um gótico, se ele não faz parte de nenhum grupo, então quem ele é?
            Ambas vêem o mundo pelos olhos da outra.
            O livro demostra que o seu estilo, ou as roupas que você veste não faz de você algúem ruim ou bom. Você é quem você pensa que é. Não tem porque chamar uma perssoa de aberração só por causa de suas roupas, o importante é o que você tem por dentro.

Garota infernal

Autora: Audrey Nixon
Editora: Galera Record
Sinopse: Baseado no roteiro de Diablo Cody, ganhadora do Oscar de melhor roteiro original  pelo filme Juno, o livro conta a história de Jennifer, uma popular líder de torcida que, após um ritual, é possuída por entidades demoníacas e passa a assassinar os garotos da cidade e se alimentar de seus corpos.
Veredicto: O filme parece ser mais aterrorizante.
Numero de páginas: 192
Gênero: Terror
 “O livro, de 192 páginas, pode ser facilmente consumido de uma tacada só, tamanho suspense que a história causa no leitor.” - Florença Mazza (O Globo)
            Para começar devo dizer que é um livro juvenil-adulto, ou seja, eu não indico para crianças. O livro tem muito mistério, palavrões, (quase) cenas de sexo e romance.         
Não concordo com o gênero. Há filmes muito mais aterrorizantes que este livro, mas eu parabenizo Audrey Nixon, pois poucos livros que eu conheço conseguem disponibilizar um suspense quase que insuportável que lhe dá mais e mais vontade de continuar lendo.Como são poucas páginas, o filme não cortou muitas coisas, o que me deixou aliviada e quebrou um pouco do suspense do livro.

O romance gira em torno de duas adolescentes que selaram um pacto de amizade ainda na infância: Jennifer, uma líder de torcida superpopular na escola; e Needy (necessitada, apelido que Jennifer inventou para ela), uma nerd que namora há um tempão o mesmo garoto.
O terror começa quando Jennifer convence Needy a ir a um show da banda Low Shoulder. Durante o evento, o bar onde acontecia a apresentação é totalmente queimado num incêndio e, apesar de as duas amigas terem conseguido escapar ilesas, uma sucessão de acontecimentos estranhos começa a acontecer na cidade onde moram, Devil's Kettle (Chaleira do Diabo, devido a uma cachoeira localizada na cidade).
Jen se interessa pelo vocalista da banda e depois do incêndio aceita ficar a sós com ele. Needy saiu correndo para casa e algumas horas depois, Jen aparece ensanguentada em sua casa. Então tudo começa ficar estranho. Low Shoulder começa a ficar muito famosos e são ditos como os heróis de Devil’s Kettle. Depois estranhos assassinatos começaram a acontecer: são sempre garotos da escola local e seus corpos aparecem sempre estraçalhados.
Estariam esses fatos relacionados? Estaria sua melhor amiga possuída pelo demônio ou alguma força oculta qualquer?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A Batalha do Labirinto


Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Sinopse:  O Monte Olimpo está em perigo. Cronos, o perverso titã que foi destronado e feito em pedaços pelos doze deuses olimpianos, prepara um retorno triunfal. O primeiro passo de suas tropas será atacar e destruir o campo de treinamento dos heróis, filhos de deuses com mortais, que desde a Grécia Antiga combatem na linha de frente em defesa dos olimpianos. Para assegurar que esse refúgio de semideuses – o Acampamento Meio-Sangue – não seja invadido, Percy Jackson e um jovem ciclope, ambos filhos de Poseidon, Annabeth Chase, filha de Atena, e Grover, um sátiro, são destacados para uma importante missão – deter as forças de Cronos antes que se aproximem do acampamento. Para isso, será preciso sobreviver ao emaranhado de corredores do temido Labirinto de Dédalo – um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais aterrorizantes surpresas.
Numero de páginas: 392
Veredicto: 9,0
           
A nota é merecida. Este é o quarto livro da série Percy Jackon & os Olimpianos do autor Rick de Riodan.
Eu gosto muito desta série. Rick é inovador. Esta série é baseada em contos gregos. É uma mistura do antigo com o novo. Conta que os seres mitológicos gregos vieram para a América e Percy descobre que é um meio-sengue, que quer dizer que é é meio humano, meio deus. Ele é filho do deus dos mares, Poseidon, e conhece muito meio-sangues como Annabeth, filha de Atena, deusa da sabedoria, e seu pretetor, Grover, um sátiro (metade humano, metade bode).
Neste livro, Percy, que já tem 15 anos, precisa visitar o Labirinto de Dédalo para evitar que o senhor Titã Cronos, pai dos principais deuses, saia do Tártaro e volte para a superfície.  
            Ele também cria envolvimento com a Annabeth e ele se beijam. Eu gostaria que o autor detalhasse o beijo. Um pouco de romantismo não faz mal.
A nota provém da repetição. Eles vão e voltam do Labirinto. O livro passa o tempo todo envolvido neste Labirinto (acho que é por isso o nome, né?). Ficou um pouco repetitivo.
            Mas apesar disso, Rick se tornou meu autor-internacional-do-gênero-masculino favorito. É muito difícil encontrar livro de literatura/ficção pelos olhos dos meninos. Percy mostra o quanto a mente masculina pode ser interessante também. ( E nem um pouco romântico);
 E apesar de ser ficção há muitas coisas reias, como por exemplo: o Percy não compreender as meninas.
Eu adorei o livro...